
“Essa é uma estratégia que integra uma nova filosofia de atuação do Poder Judiciário. Aqui na faculdade já existe um juizado criminal para mediação de pequenos conflitos. Com a instalação da Câmara, nossa colaboração será ampliada”, disse o diretor-adjunto do curso de Direito da faculdade, Carlos Eduardo Vasconcelos. Quando fala da ampliação, ele se refere às causas cíveis e previdenciárias, além das criminais, que a Câmara passará a atender. Assim, a faculdade aumentará o número de atendimentos. Fora isso, por se tratar de uma Câmara, os casos que chegarem a acordos serão homologados pela Justiça.
Sobre a iniciativa, o presidente em exercício do TJPE, desembargador Bartolomeu Bueno, falou: “É extremanente importante, para evitar que pequenos conflitos cheguem ao Judiciário e se tornem ação judicial. Quando julga, há sempre um perdedor. Através da conciliação, feita por ambas partes, as pessoas cedem e é feito acordo. Leva à Justiça para homologação. As partes saem mais satisfeitas e há mais justiça do que quando o juiz decide”.
PRÁTICA
Fonte: Folha PE
Comentários
Postar um comentário