A advogada do grupo Direitos Urbanos, Liane Cirne de Lima, afirmou que o a reunião foi irregular e descumpriu a liminar que proíbia o encontro. Já a assessoria de imprensa da PCR declarou que a votação aconteceu por determinação do desembargador José Ivo de Paula Guimarães, do Tribunal de Justiça do Estado (TJPE) e, portanto, foi legal pois a decisão do desembargador é a que prevalece.
O projeto deve construir prédios empresariais e habitacionais no local onde estão cinco antigos galpões e estações ferroviárias da cidade.
Do JC online
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