
A Polícia Civil ainda não divulgou nenhuma novidade sobre as investigações da morte do comissário Adson José Veríssimo do Amaral, 46. Ele foi assassinado na madrugada da segunda-feira no município de Custódia, Sertão do Estado. De acordo com o delegado de Arcoverde, Rômulo César, ontem foram ouvidas algumas pessoas que estavam próximas do local do crime. Ainda esta semana, os parentes da vítima prestarão depoimento. César afirmou que ainda é muito cedo para definir qualquer hipótese. As imagens do sistema de segurança do hotel que captaram a ação criminosa foram enviadas para o Instituto de Criminalística (IC). “A qualidade das imagens estava muito ruim, por isso, o material foi enviado ao IC. Por enquanto, não podemos divulgar maiores informações”, afirmou Rômulo. O delegado também espera um dossiê da Corregedoria da SDS sobre quais os motivos que ocasionaram o seu afastamento da polícia.
Na ocasião da sua morte, informações extraoficias ligaram Adson Amaral às investigações do caso do roubo das armas de Salgueiro, mas nada foi confirmado. Outra possível motivação para o crime seria o assassinato, há alguns anos, do pai e do irmão do comissário, por conta de uma rixa de família. De acordo com informações da polícia, entre os crimes cometidos por Adson estaria a extorsão a um turista. Em 2000, ele foi investigado a CPI do Narcotráfico, contudo, foi liberado por falta de provas.
Na ocasião da sua morte, informações extraoficias ligaram Adson Amaral às investigações do caso do roubo das armas de Salgueiro, mas nada foi confirmado. Outra possível motivação para o crime seria o assassinato, há alguns anos, do pai e do irmão do comissário, por conta de uma rixa de família. De acordo com informações da polícia, entre os crimes cometidos por Adson estaria a extorsão a um turista. Em 2000, ele foi investigado a CPI do Narcotráfico, contudo, foi liberado por falta de provas.
Por Júlia Veras
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