
O Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares(Gajop) anunciou, por meio de uma nota enviada pela assessoria de imprensa, que vai entregar a gerência da Central e do Monitoramento do Programa de Apoio e Proteção a Testemunha, Vítimas e Familiares de Vítimas de Violência (Provita).
O anuncio será oficializado nesta quarta-feira (07) durante uma audiência pública no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília.As razões que levaram o Gajop a abandonar o programa só serão reveladas durante a audiência pública que foi convocada pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara. O encontro será às 14h no plenário 09 do anexo II.O Provita foi criado em 1996, em Pernambuco, pelo Gajop, que coordena a Central (responsável principalmente pelo intercâmbio de testemunhas) e pelo Monitoramento (que avalia as atividades dos Programas) em 17 Estados mais o Distrito Federal.
De acordo com a assessoria de imprensa, o Gajop atende 104 casos em Estados onde há o programa. Além de outros 26 em estados onde não há o programa. O secretário executivo de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Rodrigo Pelegrino, disse que o trabalho de proteção às vítimas não será interrompido."O Estado trabalha em parceria com a sociedade civil. Embora nós não vejamos nenhum tipo de possibilidade de isso acontecer no âmbito estadual, o Estado tem sim condição de assumir essa proteção, até porque nós já constituímos um núcleo de acompanhamento e de acolhimento provisório às pessoas que estão protegidas. A gente tem então condição de imediatamente prestar essa proteção, entretanto nós acreditamos nesse modelo de parceria com a sociedade civil.
E, pelo contrário, ao invés de dispensar esse trabalho da sociedade civil, nós estamos fortalecendo. Nós reiteramos que em Pernambuco o programa estadual de proteção à pessoa está incrementando o sistema de proteção, que dá muito mais segurança e garantia a todos os protegidos".
O anuncio será oficializado nesta quarta-feira (07) durante uma audiência pública no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília.As razões que levaram o Gajop a abandonar o programa só serão reveladas durante a audiência pública que foi convocada pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara. O encontro será às 14h no plenário 09 do anexo II.O Provita foi criado em 1996, em Pernambuco, pelo Gajop, que coordena a Central (responsável principalmente pelo intercâmbio de testemunhas) e pelo Monitoramento (que avalia as atividades dos Programas) em 17 Estados mais o Distrito Federal.
De acordo com a assessoria de imprensa, o Gajop atende 104 casos em Estados onde há o programa. Além de outros 26 em estados onde não há o programa. O secretário executivo de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Rodrigo Pelegrino, disse que o trabalho de proteção às vítimas não será interrompido."O Estado trabalha em parceria com a sociedade civil. Embora nós não vejamos nenhum tipo de possibilidade de isso acontecer no âmbito estadual, o Estado tem sim condição de assumir essa proteção, até porque nós já constituímos um núcleo de acompanhamento e de acolhimento provisório às pessoas que estão protegidas. A gente tem então condição de imediatamente prestar essa proteção, entretanto nós acreditamos nesse modelo de parceria com a sociedade civil.
E, pelo contrário, ao invés de dispensar esse trabalho da sociedade civil, nós estamos fortalecendo. Nós reiteramos que em Pernambuco o programa estadual de proteção à pessoa está incrementando o sistema de proteção, que dá muito mais segurança e garantia a todos os protegidos".
Fonte: Pe 360 Graus.com
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