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CASO QUALIX/PCR: MAIS UMA ETAPA CONCLUÍDA

outubro 06, 2009 · Gabriel Diniz

Foi concluída ontem a fase de instrução do último processo que faltava, entre os três que foram movidos contra o prefeito João da Costa (PT), oriundos da época da campanha. A audiência tratou do caso Qualix, o qual envolve funcionários e um caminhão da empresa contratada pela Prefeitura do Recife vistos fazendo limpeza de um comitê eleitoral do petista. Se comprovado que houve irregularidade, fica configurado crime passível de cassação de diploma e inelegibilidade por três anos.

Durante as quatro horas da audiência foram ouvidas duas testemunhas: José Wellington, dono do imóvel; e Antônio Evelino, gerente de fiscalização da Emlurb. Na ocasião, eles foram questionados pelas três partes do processo: o Ministério Público, que moveu o processo; a advogada de João da Costa, Virgínia Pimentel; e o advogado de João Paulo, Bruno Brennand.

Com o término das instruções, cada uma das partes terá dois dias para rever o processo e confeccionar suas alegações finais, resultando em nove dias úteis no total.

O caso, que está sob os cuidados do juiz Humberto Vasconcelos, da 8ª Zona Eleitoral, segue agora para a fase das alegações finais. “Vamos agora para as alegações finais e o processo deve vir para a sentença. Pode ser que quando eu vá fazer a decisão, eu precise de algum esclarecimento. Mas até onde posso perceber, o processo está apto a ser julgado”, avaliou.

Para a defesa, o processo está correndo de forma tranquila. “É uma denúncia do Democratas que o MP acatou. Essa matéria já foi julgada pelo tribunal sobre esses mesmos fatos. Eles perderam e não recorreram”, avaliou Virgínia. “Foi tranquilo, não teve nenhum fato novo, nenhuma comprovação de absolutamente nada”, avaliou Brennand.

Por Beatriz Gálvez

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